Conheça neste blog a Beata Maria Felícia de Jesus Sacramentado, Chiquitunga. Em cada página você poderá adentrar-se em pormenores de sua história e ficar identificado com ela. Convide Chiquitunga para entrar em sua vida. Maravilhas têm acontecido com aqueles que travaram amizade com esta jovem enamorada de Jesus Cristo, que conduz para o seu Amado, com seu exemplo e ternura todos aqueles que dela se aproximam!
Com muito amor e alegria, nós, Vanessa Miranda e Rejane Maria Bohnert, assumimos a tarefa de promover no Brasil a causa para a Canonização de Chiquitunga. Entre em contato conosco para pedir maiores informações, enviar o seu testemunho ou manifestar o desejo de colaborar conosco para juntos trabalharmos na divulgação da vida desta mulher que tanto amou.
E-mail: chiquitungaocd@gmail.com
Fragmentos dos Diários Íntimos:
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Boletim de Chiquitunga
A todos os amigos e simpatizantes de Chiquitunga, comunicamos que já saiu "Chiquitunga" o primeiro Boletim Informativo em português de nossa carmelita, contendo uma rica biografia, testemunhos e informações. Quem quiser receber, entre em contato conosco.
Reunião do Grupo Amigos de Chiquitunga
Sábado 30 de Agosto, tivemos a terceira reunião do grupo Amigos de Chiquitunga. Meditação, partilha, planejamentos. Chiquitunga está fazendo maravilhas por onde passa!
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Uma vida, um estilo uma mensagem
A família Guggiari-Echeverria
O lar de Chiquitunga foi constituído por Dom Ramon Guggiari
Cañete e Dona Arminda Mª Echeverria Arias; aos 15 de Maio de 1924 realizaram
seu casamento na igreja paroquial de Villarrica.
O juízo de seus filhos sobre cada um e sobre ambos como casal é muito positivo.
Dizem de Dom Ramon que "[era] bom trabalhador, educado na escola da
honestidade, a responsabilidade e o amor ao lar".
De Dona Arminda dizem: "nossa mãe acompanhou sempre a
meu pai e era a base da qual mamávamos todas as virtudes". "Com seus
cuidados e desvelos, fez que todos pudéssemos crescer e estudar ". E dos
dois falam com prazer: "A conduta moral de nossos pais era irrepreensível;
não existia nenhum perigo de quebras".
Os filhos
Maria Felicia (Chiquitunga), nascida aos 12 de Janeiro de
1925 e falecida aos 28 de abril de 1959; Maria Teresa ("Mañica"),
nascida aos 20 de fevereiro de 1926 e falecida aos 07 de janeiro de 1959;
Federico Ramon ("Freddy"), aos 21 de maio de 1927; Maria Cristina
("Mireya"), aos 15 de dezembro de 1931; Maria Madalena
("Karitina"), aos 07 de março
de 1933; Maria Antônia ("Magali"), aos 15 de maio de 1935; e, por
fim, 13 anos depois, chegou Maria Clotilde Intiyan ("Amaru" ou, como
a chamou pela primeira forma de Maria Felicia, "Hamaruth").
Chiquitunga foi a primeira: nasceu aos 12 de janeiro de
1925. Não temos mais detalhes, fora de um dado peculiar transmitido oralmente:
Uma tia que foi para seu nascimento, falou ao nascer: "Abramos todas as
janelas, porque esta menina é iluminada; porque transmitia paz, luz".
Deram o nome de "Maria Felicia", como sua avo
materna. Era pequenina, e o seu pai lhe deu o apelido de "Chiquitunga".
E pegou o nome de Chiquitunga!
O Batismo de Mª
Felicia
Desconhecemos as causas, mas o sacramento da regeneração foi
adiado até que a menina tivesse três anos já bem completos, aos 08 de fevereiro
de 1928, quando já estavam alegrando a família os dois irmãozinhos seguintes:
"Mañica" e "Freddy"..., que já contava oito meses. Os três
foram batizados no mesmo dia. Os batizou o Padre Daniel Escurra e foram
padrinhos Luis Ruffinelli e Maria Assunção Guggiari.
terça-feira, 15 de julho de 2014
terça-feira, 17 de junho de 2014
O SORRISO de Chiquitunga
Nos lábios da Venerável floresceu um permanente sorriso "conquistador”, mas ingênuo, simples,
humilde, que cativava e nos segue cativando...
Um dia antes de sua entrada no
Carmelo, tirou duas fotografias. Nunca, após a adolescência, ela tinha tirado
uma única foto. Mas antes de separar-se dos seus para sempre não podia negar-se,
e tiraram uma foto com seu cabelo amarrado, como de costume, e seu sorriso
maravilhoso "transcendente"...
Mas não seria a última vez, porque
o seu pai de imediato lhe pediu que deixasse tirar outra foto com seu lindo
cabelo solto... Não! Eu nunca fui assim... Mas o pai insistiu: "Vai ser só
para mim." E Chiquitunga, para agradar o pai, foi fotografada pela segunda
vez. Seu sorriso parecia dizer com uma certa graça: "Finalmente, meu pai, conseguiu".
Há testemunhos que expressam
admiravelmente o que todos nós sentimos diante dessas fotografias.
Uma
antiga colega nos fala: “Não quero deixar de mencionar o efeito celestial que
tinha em mim o seu olhar; que não se detinha nos objetos, senão que parecia transcender
a matéria e projetar-se para uma dimensão além do mundo material”.
Já
no quinto aniversario da morte da Venerável, num programa de rádio
recordava-se: “…O seu olhar era de um mais além indefinível, como se os olhos
corporais transcendessem e fossem para o alto; e seu inseparável sorriso,
consolo e sustento de todos os débeis que passamos ao seu lado”.
terça-feira, 10 de junho de 2014
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